Paralelo à Segunda Guerra Mundial, muitos dos livros que Hitler não conseguiu queimar ganharam vida própria e destino também.Desconhecida do mundo, Utopia é uma ilha misteriosa que atrai para si a inspiração. Não foi à toa que, ao aportarem lá, após uma pandemia que dizimou boa parte do planeta Terra, os sobreviventes se depararam com um espetáculo da natureza nunca visto antes, onde centauros, robôs, sereias e outros elementais da natureza interagiam em um lugar mágico, em que os livros brotam das árvores, em pleno clima dos anos 60, 70 e 80, onde tempo e espaço não existiam.Conta a lenda que o amor entre as duas montanhas, Ida e Pingala, gerou Olga Químera, mãe de Rico Veras, que herdou do pai a ganância pelo progresso, que ele tentou incutir nos três filhos que teve com a sereia Leona. Porém, o filho do meio, Rafael, ao contrariar a intenção do pai, acaba abraçando o próprio destino, descobrindo ser o autor e principal personagem da própria história, em que ele tem a responsabilidade de criar um novo mundo pós-pandemia através da arte.Só que, para isso, ele terá que morrer para lembrar-se da história que ele escreveu antes de nascer.
Ficha Técnica
ISBN: 9786552781673
Número de páginas: 180
Formato: 13,9 × 21 × 1,0 cm
Coloração: Preto e Branco
Idioma: Português (Brasil)
Edição: 1ª
Acabamento: Brochura
Autor(es)
Alexandre C. Garcia
Formado em design gráfico, Alexandre C. Garcia teve dois trabalhos poéticos publicados pela Editora Shogun Arte em 1985 e 1986; e um romance, “Mocidade Colorida”, em 2019.Trabalhou durante dez anos no teatro, onde se especializou nas áreas de roteiro, produção e direção. Participou do "Evento Artaud" no Fórum de Ciências e Cultura da UFRJ (1986). Foi através de Antonin Artaud que Alexandre se inspirou para criar uma linguagem teatral própria, em que o ator buscava no seu esgotamento a inspiração para criação de seu personagem.Participou do curso de direção para atores ministrado por Richard Loaft (assistente de direção do cineasta Ingmar Bergman) no Cineclube Estação Botafogo, em 1987. Especializou-se como roteirista de teatro, cinema e TV, e trabalhou como assistente de direção de Márcio Vianna, já falecido, na peça: "O livro dos cegos" em 1992. Seu último trabalho teatral foi a montagem de "Kabbalah – A linguagem do mudo falador", de sua própria autoria, em 1993 no teatro de arena da UFRJ, com o CTI – Companhia de Teatro Introspectivo.Após um tempo trabalhando como diretor de arte e de uma rápida passagem pela filosofia, Alexandre continua escrevendo e desenvolvendo um trabalho pedagógico com robótica, maker, informática e empreendedorismo.